Mulheres em missão
- há 1 hora
- 2 min de leitura
O trabalho com mulheres no Exército de Salvação, conhecido como o Ministério Feminino, é celebrado de forma especial no mês de maio, e tem uma história marcada pela valorização do papel da mulher desde sua fundação.

Criado em 1865, na Inglaterra, por William e Catherine Booth, o movimento já nasceu com uma visão inovadora para a época: homens e mulheres eram igualmente chamados para servir a Deus e à sociedade. Catherine Booth foi uma grande defensora da participação feminina no ministério, incentivando mulheres a pregarem, liderarem e atuarem ativamente nas ações sociais e evangelísticas. Isso era algo incomum no século XIX, quando o espaço das mulheres nas igrejas era bastante limitado.
Dentro do Exército de Salvação, as mulheres passaram a desempenhar papeis importantes como Oficiais (pastoras), evangelistas e agentes sociais, contribuindo em áreas como assistência aos necessitados, cuidado com famílias vulneráveis e apoio espiritual. O Ministério Feminino tornou-se, assim, uma expressão de serviço, fé e compromisso com a transformação social e espiritual.
Hoje, o Ministério Feminino continua sendo uma parte essencial do trabalho do Exército de Salvação, promovendo o desenvolvimento espiritual, social e comunitário, além de fortalecer o papel da mulher como agente de mudança na sociedade.

Temos encontros para mulheres espalhados por todo o Brasil, com nomes diferenciados, tais como: Liga do Lar (encontro para mulheres), Desperta Débora (mães que oram), Dorcas (grupo de natureza beneficente), oficinas de ginástica, coral, Cantiga de Bebê (mães com bebês), grupo DICAS (Diversão, Inovação, Criação, Amizade, Serviço), encontro de adolescentes, entre outros.
Por fim, o Ministério Feminino no Exército de Salvação valoriza e fortalece a participação das mulheres, promovendo crescimento espiritual, comunhão e desenvolvimento integral, sendo um importante instrumento de serviço, transformação e amor ao próximo.
Coronel Nara Strasse
Presidente Territorial do Ministério Feminino
(Artigo publicado na edição de maio/junho da revista RUMO)




Comentários